sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Um giro pelo Mundo

Afegão é flagrado carregando cinco pessoas em moto

Motocicleta ficando parecendo uma lotação.Fotógrafo flagrou cena na cidade de Herat.

Nem sempre os motociclistas respeitam o limite de pessoas e acabam transformando suas motos em verdadeiras lotações. Nesta sexta-feira, um fotógrafo da agência AFP flagrou um afegão passeando de moto com cinco membros de sua família na cidade de Herat. (Foto: Shah Marai/AFP).





Seguro de shows de Michael Jackson não cobria morte por overdose


Apólice menciona 'perdas' por doença ou morte por causas naturais.Produtora de shows diz que fez um investimento de US$ 30 milhões.


Michael Jackson em show na Califórnia, em 2002. (Foto: AFP).


A AEG Live, responsável pela série de 50 shows que Michael Jackson faria a partir do dia 13 de julho em Londres, pode ter de arcar com o prejuízo da produção do espetáculo.

De acordo com uma cópia da apólice obtida pelo jornal “The Times”, o seguro contratado pela empresa não cobria nenhuma perda caso ela estivesse relacionada ao uso indevido de drogas e seus efeitos.



De acordo com uma reportagem publicada nesta sexta-feira (7) pelo “Los Angeles Times”, o rei do pop passaria por uma segunda avaliação física feita por um médico da companhia de seguros pouco antes de morrer, em 25 de junho em Los Angeles.



O cantor passou por uma bateria de exames em fevereiro para que a AEG Live pudesse fazer um seguro pela temporada de shows na capital inglesa, mas a seguradora insistiu em um segundo exame físico mais próximo do início das apresentações.



A apólice de US$ 17,5 milhões cobria apenas “perdas”, ou seja, cancelamentos ou uma possível ausência do astro causada por acidente.



A cobertura poderia ter sido expandida para morte por causas naturais ou doença, mas só depois que a seguradora analisasse os resultados da segunda bateria de exames.



Nesta quinta (6), a AEG cedeu uma cópia da apólice do seguro à mãe de Michael Jackson, Katherine. O pai do cantor, Joe Jackson, sugeriu em uma entrevista no último domingo à Fox News que havia algo suspeito na apólice da AEG.



Michael Jackson, citado na apólice como “Mark Jones”, enfrentava problemas decorrentes do vício em medicamentos na época em que morreu. Autoridades tentam descobrir em que nível o uso de drogas pode ter causado sua morte. O médico Conrad Murray é uma peça-chave no caso, mas as autoridades não o classificam como suspeito.



O presidente da AEG, Randy Phillips, disse que gastou US$ 30 milhões na produção do espetáculo, mas que espera reaver o investimento pelo seguro e ainda por meio de acordos, como um documentário contendo cenas dos últimos ensaios do rei do pop.








Veja novas fotos dos índios isolados do Acre


Indígenas não têm contato com o mundo externo.Em sobrevoo, indigenista jogou ferramentas e panelas para os isolados.

Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo

Novas fotos de índios que nunca tiveram contato com o mundo externo foram divulgadas pelo governo do Acre. Esses indígenas sabem da existência do homem branco mas não buscam contato, e é política da Fundação Nacional do Índio (Funai) não contatá-los enquanto não busquem isso por iniciativa própria.

Protegidos em reservas, isolados do Acre puderam se multiplicar e aumentar população. (Foto: Gleilson Miranda/Governo do Acre).

As fotos foram tiradas em sobrevoo feito em julho em uma área remota do Acre. O indigenista da Funai José Carlos Meirelles voltou à região acompanhado do assessor Especial dos Povos Indígenas do Governo do Acre, Francisco Pianko. “Faz uns vinte anos que sabemos onde esse povo mora. Uma vez por ano fazemos um sobrevoo para ver como eles estão”, conta Meirelles.

Meirelles teve informações de que os isolados estão roubando objetos como machados, panelas e facões de seringueiros e outros índios. Por isso, ele atirou algumas dessas ferramentas para que os isolados não precisem buscá-los de outra forma, evitando que entrem em conflito com habitantes da região. “Fomos jogar alguns objetos que eles necessitam, aproveitamos e tiramos as fotos”, explica Meirelles.

Armado com arco e flecha, isolado observa a passagem do avião do governo do Acre. (Foto: Gleilson Miranda/Governo do Acre).

O indigenista conta que não se sabe que língua falam, nem como se autodenominam. “Só saberemos quando eles fizerem contato”, diz Meirelles. Os índios vivem em três reservas contíguas próximas à fronteira com o Peru que têm, juntas, 6.230 km².



Com essa área protegida, o grupo fotografado não sofre pressão, por enquanto, de populações do entorno. “Acontece o inverso. Como esses índios estão há 20 anos sendo protegidos, a população deles dobrou”, conta. Nessa região vivem atualmente pelo menos 500 índios isolados. Outro grupo que vivia no Peru, pressionado por madeireiros, se mudou para o local. Ainda não está claro se isso pode causar algum tipo de conflito entre os indígenas.

Embora saibam da existência do homem branco, os isolados evitam o contato com o mundo externo. (Foto: Gleilson Miranda/Governo do Acre).

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