
Sheilla pede atenção à seleção na estreia.
Nesta sexta-feira, a seleção brasileira feminina de vôlei parte em busca do bicampeonato da Copa Pan-Americana, que neste ano será disputada em Miami, nos Estados Unidos.
A estreia será contra o Canadá. O time do país norte-americano é uma incógnita para as jogadoras brasileiras, que não se lembram de já enfrentado as canadenses. - O Canadá não tem uma escola com tradição em vôlei.
Que eu me lembre, nunca joguei contra elas. Por isso, não sei absolutamente nada sobre este adversário. De qualquer forma, precisamos entrar em quadra para ultrapassar este primeiro desafio – diz a líbero Fabi. O Brasil vem empolgado, depois de vencer o torneio de Montreux, na Suíça e do inesquecível ouro olímpico em Pequim, no ano passado.
Na Copa Pan-Americana, o técnico José Roberto Guimarães já disse que o maior obstáculo brasileiro nesta primeira fase deve ser a seleção da República Dominicana. Mesmo assim, a oposto Sheilla reforça a necessidade de jogar sério contra o Canadá.
- Temos que estrear mostrando concentração e determinação, buscando o nosso objetivo maior, que é a vitória, o mais rápido possível. Só iremos conhecer mesmo o nosso adversário no decorrer da partida. Acredito que deva ser uma equipe jovem, mas agora todos os times vão dar o máximo para tentar nos vencer – avisa, pedindo atenção ao time.
A seleção brasileira vem empolgada depois do título em Montreux, na Suíça.
Depois do Canadá, o Brasil ainda joga contra Colômbia, Argentina, Trinidad e Tobago e República Dominicana pela primeira fase. No outro grupo, estão Estados Unidos, Porto Rico, Peru, Guatemala, México e Costa Rica.
Federação Internacional testa novo sistema de substituição de líberos
Medida será avaliada durante a Copa dos Campeões, em novembro.
Seleção treinada por Bernardinho já conta com dois líberos na equipe: Serginho (foto) e Mário Jr.
Mais uma inovação movimenta as regras do vôlei. Nesta quarta-feira, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) anunciou que durante a Copa dos Campeões, no mês de novembro, no Japão, as seleções poderão alternar seus líberos ilimitadamente durante os jogos.
A medida será testada e, uma reunião promovida pela entidade em fevereiro de 2010, determinará sua aprovação ou não. Em caso positivo, a regra será aplicada em todas as competições nacionais.
Tal ação na posição complementa a recente mudança promovida pela entidade, que desde o começo de 2009 permite que uma equipe inscreva dois líberos e 14 atletas para cada partida. Até o momento, no entanto, eles só podem ser substituídos uma vez. O Brasil já está trabalhando com essa possibilidade, tendo Serginho em quadra e Mário Jr, na reserva.
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