Imagens de satélite em alta resolução mostram geoglifos. Veja mapa com mais de 20 desenhos arqueológicos gigantes.
Círculos, quadrados e octógonos gigantes feitos há pelo menos mil anos marcam o chão do Acre. Desde a década de 1970, quando foram descobertos, eles intrigam os arqueólogos, que ainda não conseguiram entender para que eram usadas essas estruturas, chamadas de geoglifos.

Formas geométricas desenhadas há pelo menos mil anos. (Foto: Governo do Acre/Divulgação).
Os desenhos chegam a ter 100 metros de diâmetro, e sua borda é desenhada em grandes valas, de 12 metros de largura por quatro de profundidade. Por uma ironia, só se conseguiu descobrir esses desenhos por causa do desmatamento, que “limpou” grandes áreas, deixando evidentes as formas geométricas.
Geoglifos do Acre
O que são: Formas geométricas, na maior parte círculos e quadrados, desenhadas no chão.
Que tamanho têm: As linhas têm cerca de 12 metros de largura e quatro de profundidade. Os desenhos chegam a ultrapassar 100 m de diâmetro.
Onde estão: No Acre, entre Xapuri e Boca do Acre.
Quantos são: Até hoje, já foram descobertos cerca de 200, mas estima-se que haja dez vezes mais que isso.
Que idade têm: Pelo menos 1000 anos.
Para que serviam: Ainda não se sabe. Cientistas imaginam que eles poderiam servir para abrigar aldeias, plantações ou centros cerimoniais.
Geoglifos do Acre
O que são: Formas geométricas, na maior parte círculos e quadrados, desenhadas no chão.
Que tamanho têm: As linhas têm cerca de 12 metros de largura e quatro de profundidade. Os desenhos chegam a ultrapassar 100 m de diâmetro.
Onde estão: No Acre, entre Xapuri e Boca do Acre.
Quantos são: Até hoje, já foram descobertos cerca de 200, mas estima-se que haja dez vezes mais que isso.
Que idade têm: Pelo menos 1000 anos.
Para que serviam: Ainda não se sabe. Cientistas imaginam que eles poderiam servir para abrigar aldeias, plantações ou centros cerimoniais.
Quando o primeiro geoglifo foi descoberto, não se sabia que as valas formavam um desenho, e que havia tantos ali. Hoje, com a ajuda de aviões e imagens de satélite, já foram identificados cerca de 200. “Acho que já descobrimos em torno de 10%”, estima o cientista Alceu Ranzi, integrante da equipe que descobriu os geoglifos. Com a chegada dos mapas virtuais, que utilizam imagens de satélite em alta resolução, os desenhos ficaram evidentes, e até os próprios cientistas puderam encontrar mais estruturas desse tipo. Veja, abaixo, alguns exemplos de como os desenhos milenares se espalham pelo chão do Acre:
Segundo Ranzi, ainda se sabe pouco sobre os geoglifos. Apenas um deles teve a idade investigada cientificamente, e descobriu-se que o desenho tinha 1250 anos. “Eles podem ser aldeias, plantações, centros cerimoniais...”, conjectura o cientista. Uma das poucas certezas dos arqueólogos é que o povo construtor dessas estruturas tinha força de trabalho e tecnologia para fazer grandes obras, além de dominar as formas geométricas. “Nos geoglifos, há figuras compostas. Quando há um quadrado dentro de um círculo, ele é equidistante das paredes. Será que o conhecimento explode em regiões diferentes do mundo? Lá na Grécia e na Amazônia?”, questiona o pesquisador.
Turismo
A maior parte dos geoglifos descobertos está espalhada por pastos e plantações particulares. Segundo Ranzi, o Ministério Público do Acre está preparando uma resolução para que os agropecuaristas ajudem a proteger os desenhos, evitando criar gado ou passar tratores por cima das valas.
Muitos geoglifos são cortados por estradas. (Foto: Governo do Acre/Divulgação).Para valorizar essas estruturas e estimular o turismo cultual, Ranzi sugere que sejam construídas algumas torres de observação na beira das estradas, onde as pessos pudessem subir e ver os desenhos de cima. “Há vários geoglifos que estão na beira do asfalto. Alguns são cortados bem no meio por estradas”, conta.
Se você tem informações interessantes sobre turismo ou arqueologia na Amazônia, entre em contato com o Globo Amazônia pelo e-mail globoamazonia@globo.com . Não se esqueça de colocar seu nome, e-mail, telefone e, se possível fotos ou vídeos.
Ser bi está na moda
As artistas dizem que são bissexuais. As meninas ficam com outras meninas. Alguma coisa está mudando ou é tudo marketing e imitação?
Martha Mendonça e Fernanda Colavitti.
As artistas dizem que são bissexuais. As meninas ficam com outras meninas. Alguma coisa está mudando ou é tudo marketing e imitação?
Martha Mendonça e Fernanda Colavitti.

LESBIAN CHIC Sophie Marceau (à esq.) e Monica Bellucci no Festival de Cannes. A encenação gay ajuda a divulgar o filme da dupla, Don’t look back.
Elas são bonitas, femininas, vaidosas. E gostam umas das outras. Ao menos é o que dizem – e dizem cada vez mais. Em três semanas consecutivas de maio, três estrelas americanas famosas revelaram que sentem atração pelo mesmo sexo. Megan Fox, símbolo sexual da nova geração, afirmou que prefere as mulheres por serem mais “limpinhas”. O furacão Fergie, do Black Eyed Peas, disse que gostou de experimentar moças. A performática Lady Gaga confirmou sua bissexualidade – e aproveitou para lançar um clipe da nova música beijando outra mulher. Em abril, fora a vez de Kelly McGillis, musa dos anos 80.
A jovem atriz americana Lindsay Lohan, ídolo teen do cinema, não tem escondido sua dor de cotovelo depois que a namorada, uma DJ, a abandonou. Isso sem falar na megaestrela Angelina Jolie, que, antes de se tornar mãe de família, alardeava sua bissexualidade (Brad Pitt acreditou, mas na cama do casal, em vez de outras mulheres, há cada vez mais crianças).
No Brasil, Preta Gil não cansa de se rotular como “total flex”. Afinal, trata-se da liberação de um desejo feminino ou de estratégia de marketing?
Para os especialistas, as duas respostas estão corretas.
Para os especialistas, as duas respostas estão corretas.
O erotismo que envolve duas mulheres é infalível em termos de mídia – graças à curiosidade geral sobre a homossexualidade e ao fato de ser a fantasia número um dos homens. Mas a natureza feminina, mais flexível e com menos defesas em relação à afetividade, acaba proporcionando uma liberdade maior no campo sexual – sem que necessariamente haja rotulações.
“Viver uma ou outra experiência com alguém do mesmo sexo é diferente de ser bissexual”, afirma Carmita Abdo, psiquiatra e coordenadora do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP). “Nem todas as pessoas crescem com uma definição tão absoluta quanto à orientação sexual.
Muitas vezes é preciso amadurecer para chegar a uma identidade. E hoje existe uma maior permissividade para a experimentação.” Lançado no ano passado, o livro Look both ways (Olhe para os dois lados), das terapeutas americanas Elizabeth Oxley e Claire Lucius, vai na mesma direção.
Para as autoras, homens e mulheres têm a mesma curiosidade sobre o mesmo sexo.
Mas as mulheres, que não têm barreiras em beijar e abraçar confortavelmente suas amigas, migram mais facilmente para o teste sexual. Até aí, tudo bem. Mas é mesmo necessário contar tudo na primeira entrevista?
“É marketing total”, diz a webdesigner paulista Del Torres, idealizadora do Leskut – um site de relacionamentos só entre meninas que, em nove meses, já tem 14 mil participantes. Lésbica assumida, 29 anos, ela diz que, quando existe o desejo verdadeiro, o comportamento é discreto. “As celebridades estão cansadas de saber que esse tipo de declaração chama a atenção, além de torná-las modernas e mais interessantes.” Del lembra a história da dupla de rock russa t.A.t.U.
Em 2004, as duas meninas já haviam vendido mais de 2 milhões de CDs, alardeando a ideia de que eram namoradas. No clipe mais famoso, da música “All the things she said” (“Todas as coisas que ela disse”), mostravam o sofrimento por um amor proibido. Usando uniforme de estudantes.
Na chuva. “Quando a dupla se desfez, uma delas engravidou do namorado secreto, com quem está casada até hoje”, diz Del. Agora querem voltar a gravar juntas e já avisaram, em entrevista recente: “Quando bebemos, ainda ficamos”.
Não há dúvida de que mulher com mulher dá audiência. Há quem diga que tudo começou com o beijo cinematográfico que Madonna deu em Britney Spears no Video Music Awards, em 2003. Não foi um selinho. Justin Timberlake, ex de Britney e a caminho, na época, de tornar-se parceiro musical de Madonna, não conseguiu disfarçar o choque, registrado pelas câmeras. Hoje, apenas cinco anos depois, talvez já achasse normal.
Há uma epidemia de beijos femininos na mídia, das brasileiras do axé Daniela Mercury e Alinne Rosa, na gravação de um DVD no ano passado, às francesas Sophie Marceau e Monica Bellucci, nuas e abraçadas na revista Paris Match deste mês. No último Big brother, a sensação foi o selinho debaixo d’água de Priscila e Milena, que bateu recordes nos sites de notícias. O recém-formado grupo nacional Sexy Dolls anunciou, em seu primeiro clipe, um “beijo triplo”. O vídeo ficou quase uma semana entre os mais vistos do portal Globo.com. Até Woody Allen não resistiu e colocou no filme Vicky Cristina Barcelona uma cena em que Scarlett Johansson beija Penélope Cruz – acontecimento que foi badalado insistentemente anos antes de o filme entrar em cartaz.
Quando uma menina diz que é bissexual, ela talvez nem saiba direito do que está falando MARA PUSCH, psicoterapeuta.
Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 20 milhões neste sábado
Aplicação do prêmio na poupança rende R$ 140 mil por mês.Apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica até as 19h.
Mega-Sena sorteia R$ 20 milhões neste sábado (Foto: Reprodução/TV Globo) .
Quando uma menina diz que é bissexual, ela talvez nem saiba direito do que está falando MARA PUSCH, psicoterapeuta.
Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 20 milhões neste sábado
Aplicação do prêmio na poupança rende R$ 140 mil por mês.Apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica até as 19h.

Mega-Sena sorteia R$ 20 milhões neste sábado (Foto: Reprodução/TV Globo) .
A Mega-Sena pode pagar, neste sábado (13), R$ 20 milhões para quem acertar as seis dezenas da faixa principal do concurso 1.082. O sorteio, previsto para começar às 20h, será feito em Quissamã (RJ).
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render cerca de R$ 140 mil por mês. Segundo a Caixa Econômica Federal, apenas com os rendimentos do prêmio, o ganhador poderia comprar pelo menos duas casas ou seis carros populares novos a cada trinta dias.
As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica até uma hora antes do sorteio (no horário de Brasília).
Outros sorteiosNa mesma noite, a Caixa sorteia o concurso 940 da Lotomania, que pode pagar R$ 2,2 milhões. Na Quina (2063) o prêmio é de R$ 1 milhão. Às 19h, ocorre a extração da Loteria Federal, concurso 4353. O concurso 68 da Timemania reserva ao ganhador o prêmio de R$ 9,6 milhões – maior prêmio da história da modalidade. A quantia, se aplicada na poupança, rende mensalmente R$ 67 mil.
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render cerca de R$ 140 mil por mês. Segundo a Caixa Econômica Federal, apenas com os rendimentos do prêmio, o ganhador poderia comprar pelo menos duas casas ou seis carros populares novos a cada trinta dias.
As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica até uma hora antes do sorteio (no horário de Brasília).
Outros sorteiosNa mesma noite, a Caixa sorteia o concurso 940 da Lotomania, que pode pagar R$ 2,2 milhões. Na Quina (2063) o prêmio é de R$ 1 milhão. Às 19h, ocorre a extração da Loteria Federal, concurso 4353. O concurso 68 da Timemania reserva ao ganhador o prêmio de R$ 9,6 milhões – maior prêmio da história da modalidade. A quantia, se aplicada na poupança, rende mensalmente R$ 67 mil.
Com rostos novos, Brasil estreia com vitória sobre a Polônia na Liga Mundial
Rivaldo e João Paulo comandam o ataque da seleção, que volta a jogar neste domingo, novamente em São Paulo, contra os poloneses.
Rivaldo e João Paulo comandam o ataque da seleção, que volta a jogar neste domingo, novamente em São Paulo, contra os poloneses.
O grupo pode ser novo, mas o passado permanece na memória brasileira. Na estreia na Liga Mundial, a seleção reeditou a última final do Campeonato Mundial contra a Polônia e entrou em quadra vestindo uma camisa que trazia a inscrição “Bicampeão olímpico e mundial”. O aviso estava dado. Vitória por 3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/18, 25/10 e 25/19, para a alegria da torcida que enfrentou o frio da manhã deste sábado e lotou o ginásio Ibirapuera, em São Paulo. 

Rivaldo voa para passar pelo ataque gigante de Bakiewicz na vitória brasileira contra a Polônia.
Mas no apito do árbitro, os visitantes tentaram estragar a festa brasileira. A falta de entrosamento entre os jogadores do novo ciclo pós-Pequim ficou evidente no início da partida. Falhas no ataque deram oito pontos de erros para o time polonês, que chegou a abrir quatro de vantagem no primeiro set. Enquanto Murilo parava no bloqueio gigante dos adversários, o técnico argentino Daniel Castellani vibrava a cada acerto de sua equipe.
Mas no apito do árbitro, os visitantes tentaram estragar a festa brasileira. A falta de entrosamento entre os jogadores do novo ciclo pós-Pequim ficou evidente no início da partida. Falhas no ataque deram oito pontos de erros para o time polonês, que chegou a abrir quatro de vantagem no primeiro set. Enquanto Murilo parava no bloqueio gigante dos adversários, o técnico argentino Daniel Castellani vibrava a cada acerto de sua equipe.
Mas a alegria do hermano durou apenas até o novo capitão do Brasil ir para o saque. Forçando o serviço, Murilo favoreceu o contra-ataque brasileiro e diminuiu a diferença no placar para somente um ponto. Logo depois, Lucão sacou e Rivaldo aproveitou as bolas na rede para empatar o jogo, sob aplausos do técnico Bernardinho. Bola de segurança de Bruninho no set, o ataque do oposto ficou marcado pelo bloqueio polonês, então o levantador se voltou para rostos mais conhecidos. Éder e Lucão, companheiros de Florianópolis, foram as opções para as jogadas de meio. Ainda assim, do outro lado, Kurek voava no ataque e no saque, mantendo sua equipe com dois pontos à frente.
A camisa em homenagem ao bi olímpico e mundial
No fim, Bernardinho fez duas substituições: Marlon no lugar de Bruninho e Leo Mineiro entrando no saque para a saída de Eder. Com a rede mais alta, chegou a vez de Leandro Vissoto entrar pela saída e conseguir dois bloqueios, que deram esperança de uma vitória inicial à torcida brasileira. Porém, o oposto falhou na última bola e a Polônia fechou em 25 a 23.
- O jogo começou tenso. Cometemos muitos erros e enfrentamos o bloqueio deles de uma forma exagerada, que não é o nosso jeito de jogar. É normal os jogadores novos entrarem nervosos, já que carregam o peso de um legado. Foi bom ter vencido, valeu para aliviar a tensão da estreia - disse Bernardinho.
A arrancada na reta final do primeiro set deu moral para o Brasil voltar melhor para a segunda etapa. Aproveitando a altura, média de 1.98m, a seleção explorou o bloqueio triplo para parar o ataque polonês. Forçando mais o saque, os donos da casa abriram uma vantagem de três pontos logo no início para dar mais tranqüilidade aos torcedores no Ibirapuera.
Ainda com falhas no passe, o time foi se entrosando no ataque e manteve a vantagem na parcial. A vitória brasileira, então, foi facilitada pela saída de Kurek, melhor jogador da Polônia, que torceu o tornozelo esquerdo ao pisar no pé de seu companheiro central quando subiu ao bloqueio. Com o pé enfaixado, o polonês deixou a quadra carregado pelo fisioterapeuta da equipe. Em seguida, com o jogo encaixado, os brasileiros fecharam o set em 25 a 18.
A camisa em homenagem ao bi olímpico e mundialNo fim, Bernardinho fez duas substituições: Marlon no lugar de Bruninho e Leo Mineiro entrando no saque para a saída de Eder. Com a rede mais alta, chegou a vez de Leandro Vissoto entrar pela saída e conseguir dois bloqueios, que deram esperança de uma vitória inicial à torcida brasileira. Porém, o oposto falhou na última bola e a Polônia fechou em 25 a 23.
- O jogo começou tenso. Cometemos muitos erros e enfrentamos o bloqueio deles de uma forma exagerada, que não é o nosso jeito de jogar. É normal os jogadores novos entrarem nervosos, já que carregam o peso de um legado. Foi bom ter vencido, valeu para aliviar a tensão da estreia - disse Bernardinho.
A arrancada na reta final do primeiro set deu moral para o Brasil voltar melhor para a segunda etapa. Aproveitando a altura, média de 1.98m, a seleção explorou o bloqueio triplo para parar o ataque polonês. Forçando mais o saque, os donos da casa abriram uma vantagem de três pontos logo no início para dar mais tranqüilidade aos torcedores no Ibirapuera.
Ainda com falhas no passe, o time foi se entrosando no ataque e manteve a vantagem na parcial. A vitória brasileira, então, foi facilitada pela saída de Kurek, melhor jogador da Polônia, que torceu o tornozelo esquerdo ao pisar no pé de seu companheiro central quando subiu ao bloqueio. Com o pé enfaixado, o polonês deixou a quadra carregado pelo fisioterapeuta da equipe. Em seguida, com o jogo encaixado, os brasileiros fecharam o set em 25 a 18.

Bloqueio triplo com Murilo, Lucão e Rivaldo
O ritmo não parou na terceira etapa. Pelo contrário, cresceu ainda mais. O Brasil fez 9 a 1, após abrir o set com 6 a 0, aproveitando um apagão dos adversários. João Paulo e Rivaldo foram os responsáveis por virar as bolas no ataque, deixando a seleção com uma diferença de até sete pontos na parcial. No fim, saque do Murilo e bloqueio do Lucão para fechar em 25 a 20.
Já o quarto set foi do capitão Murilo, que chamou a responsabilidade e acertou pontos importantes. A Polônia acordou no jogo e deu mais trabalho para a defesa brasileira, que brilhou com a atuação do líbero Serginho, salvando uma bola quando o time europeu ameaçava uma reação na parcial que tinha seis pontos de diferença para os donos da casa. Com o jogo já encaixado, Bruninho buscou Rivaldo e os dois acertaram o tempo para manter a vantagem. No fim, vitória por 25 a 19.
O Brasil volta à quadra neste domingo, em São Paulo, novamente contra a Polônia, com transmissão ao vivo dentro do Esporte Espetacular a partir das 10h (de Brasília).
O ritmo não parou na terceira etapa. Pelo contrário, cresceu ainda mais. O Brasil fez 9 a 1, após abrir o set com 6 a 0, aproveitando um apagão dos adversários. João Paulo e Rivaldo foram os responsáveis por virar as bolas no ataque, deixando a seleção com uma diferença de até sete pontos na parcial. No fim, saque do Murilo e bloqueio do Lucão para fechar em 25 a 20.
Já o quarto set foi do capitão Murilo, que chamou a responsabilidade e acertou pontos importantes. A Polônia acordou no jogo e deu mais trabalho para a defesa brasileira, que brilhou com a atuação do líbero Serginho, salvando uma bola quando o time europeu ameaçava uma reação na parcial que tinha seis pontos de diferença para os donos da casa. Com o jogo já encaixado, Bruninho buscou Rivaldo e os dois acertaram o tempo para manter a vantagem. No fim, vitória por 25 a 19.
O Brasil volta à quadra neste domingo, em São Paulo, novamente contra a Polônia, com transmissão ao vivo dentro do Esporte Espetacular a partir das 10h (de Brasília).
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