Rosalba Ciarlini é a senadora potiguar que tem mais assessor
Na lista de assessores parlamentar do Senado Federal, chama atenção o número de assessores da senadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Enquanto o senador José Agripino Maia (DEM) tem 20 assessores, Garibaldi Filho (PMDB) tem 21, Rosalba possui exatos 30 assessores.
Já no comparativo da verba indenizatória, no mês de maio o senador do PMDB foi o líder.
Gastou R$ 13.062,58. Rosalba usou R$ 1o.733 de verba indenizatória e José Agripino R$ 7.808,25.
Senado promove mais uma investida contra os apadrinhados de Agaciel Maia
Na série "Operação Limpeza", o Senado Federal deverá promover essa semana uma nova investida contra apadrinhados do ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia.
Veja o que diz Josias de Souza em seu blog hoje:
"Senado afasta mais quatro diretores ligados a Agaciel
Acossado pela crise que carcome a presidência de José Sarney, o Senado vai afastar mais três diretores e um chefe de gabinete.
Têm em comum a pecha do vínculo com o ex-diretor-geral Agaciel Maia. Planeja-se estender a “operação limpeza” também à Gráfica do Senado.
Antes de ser nomeado por Sarney para a direção-geral, em 1995, Agaciel foi diretor da gráfica. É, ainda hoje, um dos setores em que seu poder é mais notório.
Embora afastado da cadeira de diretor-geral desde março, Agaciel desfilava sua influência pelos corredores do Senado até a semana passada.
Pressionado pelos “poadrinhos” Sarney e Renan Calheiros, ele se convenceu da conveniência de pedir licença por 90 dias. Desfruta agora de ócio remunerado.
Agaciel é rifado num instante em que proliferam as investigações contra ele no Ministério Público e na Polícia Federal.
Desde fevereiro, mês em que Sarney inaugurou a sua terceira presidência, o Senado coleciona encrencas. A Procuradoria abriu, por ora, dez frentes de investigação.
Várias delas decorrem de providências adotadas ao longo dos 14 anos da era Agaciel. Leia aqui e aqui). Eis o que está sendo apurado:
1. Pagamento de R$ 6,2 milhões em horas extras a servidores em pleno recesso parlamentar de janeiro;
2. Uso indevido da cota de passagens aéreas;
3. Contratação indevida de paretnes de senadores e de altos funcionários;
4. Ocultação, por Agaciel, da propriedade de uma mansão avaliada em R$ 5 milhões;
5. Uso de uma babá como “laranja” do ex-diretor João Carlos Zoghbi (Recursos Humanos), para intermediar empréstimos a servidores do Senado;
6. Atuação da empresa Sarcris, de José Adriano Cordeiro Sarney, neto do presidente do Senado, no mesmo filão de empréstimos consignados do Senado;
7. Uso indevido de um apartamento funcional por um filho de João Zoghbi;
8. Irregularidades no desmembramento de cargos comissionados;
9. Malfeitos em contratos firmados com empresas fornecedoras de mão-de-obra terceirizada;
10. Contratação de 54 servidores fantasmas pelo ex-primeiro-secretário Efraim Morais (DEM-PB).
É nesse contexto de portas arrombadas que a Mesa do Senado decidiu trocar algumas fechaduras."
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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